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As Editoras de Tex no Brasil

As Editoras de Tex no Brasil

A FASE JÚNIOR

Tex foi lançado no Brasil pela extinta Editora Rio Gráfica que depois passaria a se chamar Editora Globo, em 1950, na revista Junior n.º 28 ( sem data ). Do n.º 01 ao 27, Junior publicou outros personagens. Do n.º 28 ao 265 ( junho de 1957 ), a revista apresentou as aventuras de Tex Willer e seus pards, só que então o personagem havia sido batizado como Texas Kid. O Formato de Junior era 16 cm de largura por 7 cm de altura, ou seja, em tiras idênticos aos primeiros na Itália. E foi assim até o 178, quando a partir do número seguinte, a revista passou a ter17,5 x 13,5 cm, mantendo o mesmo formato de tiras. No n.º 264 uma nova mudança, embora as medidas permanecem as mesmas, a revista passou a ser  publicada na posição vertical. 
 Todavia, a carreira de Tex na Rio Gráfica estava chegando ao fim. ele apareceu em apenas mais dois números e Junior passou então a abrigar outros personagens de faroeste. E durante toda a década seguinte, não se ouviu mais falar de Tex Willer no Brasil.

A FASE DA EDITORA  VECCHI

Durante toda a década seguinte ninguém mais ouviu falar de Tex no Brasil, até que em fevereiro de 1971 a Editora Vecchi relançou o personagem em revista própria. Ao contrário da fase anterior na revista Júnior, não era observada a ordem original das histórias. Com um arco e flecha de brinquedo de brinde, o número 1 de Tex nessa editora (TEX-001 - Signo da Serpente) logo demonstrou ser um sucesso de vendagem. 
As edições seguintes, porém, não alcançaram a marca do primeiro número, o que levou a Vecchi a cogitar o término da publicação. O fantasma da interrupção foi afastado com o crescente aumento das vendas, que estimulou a sua manutenção. Em poucos anos a situação se inverteu. A tiragem foi galgando números surpreendentes e, no final dos anos 70, Tex era a revista mais estável dessa editora, com a invejável marca de 150 mil exemplares. 
Em abril de 1977, atendendo a números pedidos de leitores, a Vecchi lança a 2ª edição de Tex, que consistia na republicação das revistas da primeira série, onde apenas os anúncios eram atualizados. A segunda edição tornou-se em sucesso tão grande quanto a primeira, o que resultou em mais revistas: no início dos anos 80, tanto a primeira quanto a segunda edição de Tex passaram a ser quinzenais, o que na prática significava nada menos do que quatro edições de Tex em um mês! Nesta época TEX era a segunda revista que mais vendia no Brasil, perdendo apenas para a Turma da Mônica. 
No ano de 1980 a Editora Vecchi publicaria uma edição gigante (20,5 x 28,3cm) que se tornaria épica para os colecionadores: O Ídolo de Cristal, com capa dura, papel especial e 122 páginas - esta edição havia saído originalmente na Itália no número 200.Mas a fase áurea da Vecchi, que se tornou o paraíso das revistas de faroeste, não foi muito longe, infelizmente. 
Em meados de 1983, a editora viu-se tragada por uma grave crise financeira e teve que encerrar suas atividades. A primeira edição de Tex foi publicada até o núemro164 - Selva Cruel - e a reedição até o número 94 - Pacto de Sangue, deixando incompleta a lendária aventura que apresenta o casamento de Tex com a índia Lilyth e frustrando os seus inúmeros e fiéis leitores.

A FASE DA EDITORA RIO GRÁFICA

Em outubro de 1983, um fio de esperança se reacendeu: a Editora Rio Gráfica adquirira os direitos de Tex no Brasil. A Editora manteve a numeração e lançou TEX-165 - O Rosto do Traidor - no mesmo formato já definido pela Vecchi e consagrado pelos leitores brasileiros (um formato um pouco menor que o original italiano). A segunda edição de Tex também foi mantida pela Rio Gráfica. 
A Editora lançou TEX-094A, terminando a aventura que ficara incompleta e seguiu republicando as histórias da primeira edição até novembro de 1986, quando foi lançado TEX Coleção, publicação rigorosamente na mesma ordem do original italiano desde o primeiro quadrinho publicado em setembro de 1948. 
Mas a Editora Rio Gráfica não conseguiu manter o estilo da Vecchi e a qualidade que os leitores estavam acostumados com Tex. A revista entra num período de declínio e a Rio Gráfica, para enquadrar a revista em seu novo padrão, chegou ao absurdo de mutilar as histórias cortando tiras, quadrinhos e por vezes, páginas inteiras para fazer a revista com número certo de páginas. Os últimos exemplares de Tex publicados pela Rio Gráfica são: na 1ª edição o número 206 - Fuga de Anderville, na 2ª edição o nº 134 - O Ataque dos Monties - e Tex Coleção 001 - A Mão Vermelha.

A FASE DA EDITORA GLOBO

Em janeiro de 1987, Tex passa a ser apresentado aos leitores pela Editora Globo, na verdade a mesma Editora Rio Gráfica, porém com outro nome.
Para atender a um crescente número de leitores que outra vez solicitavam reedição das aventuras mais antigas, é lançado Tex Edição Histórica, em tiragem trimestral e respeitando a publicação do original italiano, mas agrupando numa só edição várias histórias, o que fazia oscilar o número de páginas de uma edição para outra. 
Também algumas edições especiais saíram publicadas pela Globo, mas em ordem diferente dos especiais publicados na Itália. Mas Tex estava pro trocar de mãos no final de 1998. Os últimos números do ranger na Editora Globo foram: 1ª edição: TEX-350 - A Bomba Humana (dezembro de 1998), Tex Coleção 143 e Tex Edição Histórica 33 e Tex Gigante 05.

A FASE DA EDITORA MYTHOS 

A jovem Editora Mythos assume o personagem com coragem e ousadia. No anúncio da edição TEX-351 a Mythos promete manter os três títulos periódicos de Tex, mais as edições especiais de três em três meses, formato gigante e com 228 páginas, e ainda algumas edições extras. Além de manter a seqüência da numeração de Tex edição normal, Tex Coleção e Tex Edição Histórica, a Mythos mantém também o tamanho da revista e melhora a gramatura do papel da capa, porém diminuindo o número de páginas de 114 para 100 para poder reduzir o preço da revista. A Editora elimina também o frontspício, presente na página 3 da revista desde o nº 1 publicado pela Vecchi - O Signo da Serpente. 
Os primeiros números de Tex na nova editora são: da edição normal TEX-351 - O Bando dos Irlandeses, de Tex Coleção o nº 144 - Mais Forte que a Lei e Tex Edição Histórica nº. 036. A Mythos retoma as publicações especiais gigantes e já em março de 1999 lança o Especial Nº1, O Homem de Atlanta - uma história escrita por Claudio Nizzi e Jordi Bernet. Não demorou muito e as edições extras prometidas também apareceram, iniciando pelo Tex Anual nº1 - O Caçador de Fósseis (editada em dezembro de 1999 com texto de Antonio Segura e arte de José Ortiz) e pelo Almanaque Tex nº1 - Vendetta Navajo (uma aventura escrita por Claudio Nizzi, desenhada por Giovanni Ticci e editada em março de 2000). Em 2006 atendendo a pedidos a editora lança uma nova série, Os Grandes Clássicos de Tex e desde então tem aparecido uma enxurrada de Tex nas bancas brasileiras, o que as vezes inviabiliza a compra de todas as edições.

Edições publicadas pela Mythos Editora atualmente: Tex Regular, Tex Coleção, Tex Anual, Tex Almanaque, Tex Coloridos, As Grandes Aventuras de Tex, Tex Gigantes, Tex Gigantes em Cores, Tex Edição Histórica, Tex Ouro, Tex Especial, Tex Especial de Férias, Tex Graphic Novel, Tex Livro, tex on Demand, Tex Willer Jovem, Tex Classicos e Tex Platinum.

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